Instituições

Praça da Liberdade panoramica By Lucia Sebe

 

O Circuito Liberdade é o maior complexo cultural, turístico, educativo e criativo da América Latina e sua história se confunde com a história da própria cidade de Belo Horizonte; mais especificamente com a Praça da Liberdade. Em 2010, após a inauguração da Cidade Administrativa e a transferência oficial da sede do governo para a região Norte de Belo Horizonte, concretizou-se o então Circuito Cultural Praça da Liberdade, hoje Circuito Liberdade  articula espaços culturais diversos a partir de parcerias com instituições públicas e privadas no entorno da Praça. O Circuito Liberdade nasce naquele território e com o tempo ganha novos contornos.

Mutações — De 2010 até os dias de hoje, o complexo passou por significativas mudanças. A primeira grande transformação se deu após 5 anos de sua fundação. Em 2015, o Circuito Liberdade passa a ser gerido pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG), momento em que intensifica sua atenção para questões de patrimônio e conservação dos imóveis, além de promover um primeiro salto de expansão, agregando espaços estaduais nos arredores da praça, como o Museu Mineiro, o Arquivo Público Mineiro, a Academia Mineira de Letras e Centro Cultural Unimed BH-Minas.

Economia criativa — Passados outros cinco anos, o complexo muda novamente de entidade gestora. Em 2020, o Circuito Liberdade passa a ser coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG), que decreta a nova demarcação territorial do complexo, inscrito, agora, em todo o perímetro da Avenida do Contorno. Até 2023, a gestão se ocupou de prosseguir com a entrada de novos espaços, mantendo sua inclinação para a cultura. Encerrando essa administração, o complexo é absorvido pela Fundação Clóvis Salgado em 2023 e se reformula novamente, abrindo-se para empreendimentos da economia criativa. Essa mudança veio acrescida de um reforço de sua natureza de rede, promotora de programação interconectada, apresentada em roteiros e experiências temáticas pelo território.

O Circuito hoje — O Circuito Liberdade vive, atualmente, um novo patamar de gestão, que prioriza a integração de empreendimentos de economia criativa. O complexo conta com mais de 60 espaços, reunindo toda a diversidade de manifestações de arte e cultura em transversalidade com o turismo, sob diretriz de expansão contínua. a atual gestão do Circuito Liberdade busca descentralizar sua governança, dando autonomia aos espaços integrados para se conectarem e promoverem ações que articulem cultura, turismo, educação e economia da criatividade. O objetivo do complexo é se constituir como a marca da mineiridade em Belo Horizonte, em todas as suas manifestações: dos saberes tradicionais à inovação tecnológica; da arquitetura à paisagem natural urbana; da memória às novas invenções — sempre a serviço do desenvolvimento humano, constituído dentro dos pilares da liberdade.

Saiba mais em: Circuito Liberdade

A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais foi fundada em 2008 e tornou-se referência no Brasil e no mundo por sua excelência artística e vigorosa programação. Conduzida pelo seu diretor artístico e regente titular, Fabio Mechetti, a Orquestra é composta por 90 músicos de todas partes do Brasil, Europa, Ásia e das Américas. O grupo recebeu numerosos menções e prêmios, entre eles o Grande Prêmio da Revista "Concerto" em 2015, o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Orquestra Brasileira em 2012, e foi indicada como Melhor Grupo de Música Clássica do Ano pela Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA) em 2010.

Suas apresentações regulares acontecem na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, em cinco séries de assinatura em que são interpretadas grandes obras do repertório sinfônico, com convidados de destaque no cenário da música orquestral. Tendo a aproximação com novos ouvintes como um de seus nortes artísticoSuas apresentações regulares acontecem na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, em cinco séries de assinatura em que são interpretadas grandes obras do repertório sinfônico, com convidados de destaque no cenário da música orquestral. Tendo a aproximação com novos ouvintes como um de seus nortes artísticos, a Orquestra também traz à cidade uma sólida programação gratuita – são os Concertos para a Juventude, os Clássicos na Praça, os Concertos de Câmara e os concertos de encerramento do Festival Tinta Fresca e do Laboratório de Regência. Para as crianças e adolescentes, a Filarmônica dedica os Concertos Didáticos, em que mostra os primeiros passos para apreciar a música de concerto. Além disso, desde 2008, várias cidades receberam a Orquestra, de Norte a Sul, passando também pelas regiões Leste, Alto Paranaíba, Central e Triângulo.

A Orquestra possui nove álbuns gravados, entre eles dois que integram o projeto Brasil em Concerto, do selo internacional Naxos junto ao Itamaraty, com obras dos compositores brasileiros Alberto Nepomuceno e Almeida Prado. A Sala Minas Gerais, sede da Orquestra, foi inaugurada em 2015, em Belo Horizonte, tornando-se referência pelo seu projeto arquitetônico e acústico e uma das principais salas de concertos da América Latina. A Filarmônica de Minas Gerais é uma das iniciativas culturais mais bem-sucedidas do país. Juntas, Sala Minas Gerais e Orquestra vêm transformando a capital mineira em polo da música sinfônica nacional e internacional, com reflexos positivos em outras áreas, como, por exemplo, turismo e relações de comércio internacional.

Conheça: https://filarmonica.art.br/

Site APM

 

Uma das instituições mais antigas de Minas, o Arquivo Público Mineiro (APM), é responsável por recolher, organizar e preservar documentos do Poder Executivo de Minas Gerais, e de arquivos privados que sejam de interesse coletivo. Oferece para consulta manuscritos, impressos, mapas, plantas, fotografias, gravuras, filmes, livros, folhetos e periódicos que remontam aos três séculos de história mineira, além de uma biblioteca especializada, que conta com obras raras ou preciosas publicadas entre os séculos 16 e 20.

O APM completa 128 anos em 2023, foi criado em Ouro Preto, em 1895, e transferido para Belo Horizonte em 1901. Ocupa o casarão construído pela Comissão Construtora da Nova Capital para servir de residência oficial do Secretário de Finanças e que também abrigou a Prefeitura de Belo Horizonte.

Em 128 anos de história, o APM esteve subordinado as Secretarias do Interior e de Governo, mas desde 1984 integra os equipamentos culturais de Minas Gerais, atualmente fazendo parte do Circuito Liberdade. Também publica, desde 1896, a Revista do Arquivo Público Mineiro (APM). A digitalização do acervo físico teve início em 1999, o que potencializa o alcance e a capacidade de conservação.

Serviços

Revista do Arquivo Público Mineiro (RAPM)

A Revista do Arquivo Público Mineiro é uma das mais antigas revistas de Minas Gerais. Foi criada em 1896, um ano após a fundação do Arquivo Público Mineiro. Atualmente, a revista é referência para consulta de pesquisadores interessados nos mais diversos temas da história de Minas Gerais.

A publicação traz a público documentos dos períodos colonial, imperial e republicano, pesquisas e ensaios sobre história e arquivística, notícias bibliográficas referentes aos mais recentes livros sobre o passado mineiro, além de entrevistas com talentosos historiadores de nossa época.

Outra contribuição da Revista do Arquivo Público Mineiro é a divulgação dos instrumentos de pesquisa que auxiliam no acesso ao acervo da instituição.

Mais informações pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

ATENÇÃO: assessorias sobre gestão de documentos aos órgãos e entidades do poder executivo do estado de Minas Gerais devem ser solicitadas pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Endereço: Av. João Pinheiro, 372, Lourdes - Belo Horizonte/MG
WhatsApp: (31) 99152-2989

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