
Eugênia Gonzaga fala sobre a repercussão do documento no qual responsabiliza o ex-presidente Geisel, a respeito de sua concordância expressa nas execuções de opositores à Ditadura Militar. Além disso, a professora da PUC/SP destaca o seu trabalho na área de direitos humanos com ênfase na defesa das pessoas com deficiência e na promoção de temas relacionados à Justiça de Transição (direito à verdade, à responsabilização e à memória no tocante aos crimes contra a humanidade cometidos durante a ditadura militar).
No programa Eugênia Gonzaga também lembra da guerrilha do Araguaia, do extermínio das plantações do povo da região pelos militares, para evitar, assim, qualquer tipo de ajuda aos guerrilheiros, bem como do deslocamento de mais de 11 mil índios, na época, e de atrocidades em relação a torturas e o horror das mortes nesse “período sombrio da história do Brasil”.
Além do apresentador Florestan Fernandes Júnior, compõem a bancada para a entrevista os jornalistas Breiller Pires, do El País Brasil, Simone Pio, da Rede Minas, Cristiano Navarro, do jornal Le Monde Diplomatique, além da professora e historiadora da UFMG Priscila Carlos Brandão, e do historiador e vice-presidente da Fundação João Pinheiro, Bernardo Mata Machado.
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O programa conta com edição especial para rádio, que vai ao ar pela Inconfidência FM (100,9), às terças-feiras, às 21h, e pela Inconfidência AM (880), aos domingos, às 22h.