
Os primeiros dez anos da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais se encerram com grande reconhecimento institucional e de público. No dia 28 de novembro, no Palácio do Planalto, em Brasília, a Filarmônica recebeu a principal condecoração pública nacional da área da cultura. Trata-se da Ordem do Mérito Cultural 2018, concedida pelo Ministério da Cultura a partir de indicações de diversos setores, a realizadores de trabalhos culturais importantes nas áreas de inclusão social, artes, audiovisual e educação.
No último dia 22, também na capital federal, a Filarmônica recebeu, do Ministério das Relações Exteriores, a Ordem de Rio Branco. A insígnia diplomática brasileira tem o objetivo de distinguir aqueles cujas ações contribuam para o engrandecimento do país. Abraçada pelo público desde seu concerto inaugural, em 2008, a Filarmônica celebra o fato de ter acolhido mais de um milhão de pessoas em pouco mais de 800 concertos realizados e de dar, por meio da música sinfônica em nível de excelência, sua colaboração para uma sociedade melhor.
“Estamos muito honrados por tudo o que está acontecendo e, ao mesmo tempo, nos preparando para as próximas décadas”, afirma Fabio Mechetti, Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica desde sua criação.
O ano de 2018 vai chegando ao fim, mas a Orquestra ainda tem concertos pela frente, um deles em Turnê Nacional ao Rio de Janeiro (dia 8 de dezembro, no Theatro Municipal). Está em plena campanha de Assinaturas (venda antecipada de concertos) para a Temporada 2019, assim como com a campanha Amigos da Filarmônica, que visa angariar recursos para seus programas educacionais. Ao mesmo tempo, está concluindo o primeiro CD da série Brasil em concerto, com obras do compositor brasileiro Alberto Nepomuceno, a ser lançado em fevereiro de 2019, em Hong Kong, pelo selo internacional Naxos, além de preparar a gravação da Sinfonia nº 3 em ré menor, de Mahler, que irá acontecer na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, entre os dias 15 e 21 de dezembro. “O reconhecimento de nosso trabalho, tanto por parte das instituições como pelo público, é um grande estímulo para seguirmos em frente, difundindo a música sinfônica e buscando sempre a melhor forma de gerir esse patrimônio de Minas Gerais”, assegura Diomar Silveira, Diretor Presidente do Instituto Cultural Filarmônica, organização social responsável pela administração da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.