
No dia 19 de novembro, às 20h30, na Sala Minas Gerais, músicos da Filarmônica se reúnem em grupos e apresentam os Concertos de Câmara. O programa terá o Requiem, op. 66, de Popper, com os violoncelistas Emília Neves, Camilla Ribeiro e William Neres e a pianista Ayumi Shigeta; Quarteto com piano em lá menor, de Mahler, com a violinista Jovana Trifunovic, a violista Flávia Motta, a violoncelista Lina Radovanovic e a pianista Ayumi Shigeta; o Quarteto de cordas nº 8 em dó menor, op. 110, de Shostakovich, com os violinistas Ara Harutyunyan e Hyu-Kyung Jung, o violista Mikhail Bugaev e o violoncelista Eduardo Swerts; e o Quinteto em sol menor, op. 39, de Prokofiev, com o clarinetista Marcus Julius Lander, o oboísta Israel Muniz, o violinista Rodrigo de Oliveira, o violista Roberto Papi e o contrabaixista Rossini Parucci.
Os Concertos de Câmara têm entrada gratuita e os ingressos podem ser retirados na bilheteria da Sala Minas Gerais. Outros 300 ingressos serão distribuídos no dia do concerto, a partir das 18h. Este concerto é apresentado pelo Ministério da Cidadania e Governo de Minas Gerais e conta com o incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei Estadual de Cultura de Minas Gerais.
Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
Criada em 2008, desde então a Filarmônica de Minas Gerais se apresenta regularmente em Belo Horizonte. Em sua sede, a Sala Minas Gerais, realiza 57 concertos de assinatura e 12 projetos especiais. Apresentações em locais abertos acontecem nas turnês estaduais e nas praças da região metropolitana da capital. Em viagens para fora do estado, a Filarmônica leva o nome de Minas ao circuito da música sinfônica. Através do seu site, oferece ao público diversos conteúdos gratuitos sobre o universo orquestral.
O impacto desse projeto artístico, não só no meio cultural, mas também no comércio e na prestação de serviços, gera em torno de 5 mil oportunidades de trabalho direto e indireto a cada ano. Sob a direção artística e regência titular do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra conta, atualmente, com 90 músicos provenientes de todo o Brasil, Europa, Ásia, Américas do Sul e do Norte e Oceania, selecionados por um rigoroso processo de audição. Reconhecida com diversos prêmios culturais e de desenvolvimento econômico, ao encerrar seus 10 primeiros anos de história, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais recebeu a principal condecoração pública nacional da área da cultura. Trata-se da Ordem do Mérito Cultural 2018, concedida pelo Ministério da Cultura, a partir de indicações de diversos setores, a realizadores de trabalhos culturais importantes nas áreas de inclusão social, artes, audiovisual e educação. A Orquestra foi agraciada, ainda, com a Ordem de Rio Branco, insígnia diplomática brasileira cujo objetivo é distinguir aqueles cujas ações contribuam para o engrandecimento do país.
O corpo artístico Orquestra Filarmônica de Minas Gerais é oriundo de política pública formulada pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Com a finalidade de criar a nova orquestra para o Estado, o Governo optou pela execução dessa política por meio de parceria com o Instituto Cultural Filarmônica, uma entidade privada sem fins lucrativos qualificada com os títulos de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) e de Organização Social (OS).
Funcionamento da bilheteria:
Sala Minas Gerais – Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Bairro Barro Preto
De terça-feira a sexta-feira, das 12h às 20h.
Aos sábados, das 12h às 18h.
Em quintas e sextas de concerto, das 12h às 22h
Em sábados de concerto, das 12h às 21h.
Em domingos de concerto, das 9h às 13h.
Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br
Foto: Lívia Aguiar